Duas listas de livros que serão sempre lembrados como os únicos de um escritor

Às vezes um livro de um autor é tão potente que no imaginário coletivo aparece como o único desse escritor. Os seguintes são alguns casos desse gênero em que um título eclipsa todo o resto de sua criação literária.

NA LITERATURA ESTRANGEIRA

A vida e as opiniões do cavalheiro Tristram Shandy, de Laurece Sterne
O pequeno príncipe, de Antoine Saint-Exupéry
As amizades perigosas, de Choderlos De Laclos
Alice no país das maravilhas, de Lewis Carroll
Doutor Jivago, de Boris Pasternak
O apanhador no campo de centeio, de J. D. Salinger
Uma árvore cresce no Brooklyn, de Betty Smith
Frankenstein, de Mary Shelley
Mulherzinhas, de Louise May Alcott
Drácula, de Bram Stoker
O homem sem qualidades, de Robert Musil
Peter Pan, de J. M. Barrie
Na estrada, de Jack Kerouac
Moby Dick, de Herman Melville
As viagens de Gulliver, de Jonathan Swift
O senhor dos aneis, de J.R.R.Tolkien
Memórias de Adriano, de Marguerite Yourcenar
A sangue frio, de Truman Capote
O amante, de Marguerite Duras
Pedro Páramo, de Juan Rulfo
Tempo de silêncio, de Luis Martín-Santos
Nada, de Carmen Laforet
Paradiso, de José Lezama Lima
A terra desolada, de T.S. Eliot
Folhas de relva, de Walt Whitman
As flores do mal, de Charles Baudelaire
Decameron, de Boccaccio
A divina comédia, de Dante Alighieri
Fausto, de Goethe
Dom Quixote, de Miguel de Cervantes
Lolita, de Vladimir Nabokov

LITERATURA BRASILEIRA

Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa
Dom Casmurro, de Machado de Assis
Vidas secas, de Graciliano Ramos
Iracema, de José de Alencar
O cortiço, de Aluísio Azevedo
O quinze, de Rachel de Queiroz
Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto
A hora da estrela, de Clarice Lispector
Macunaíma, de Mário de Andrade
A escrava Isaura, de Bernardo Guimarães
Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto
A moreninha, de Joaquim Manoel de Macedo


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