Preencha o formulário para participar da promoção. Se você não chegou aqui pelo Facebook, não deixe de findar sua inscrição cumprindo o restante do regulamento desta promoção.

Feliz Ano Novo


É sabido de todos que Carlos Drummond de Andrade escreveu um poema que a essa época do ano costuma circular às pampas e que se chama "Receita de Ano Novo". O Letras in.verso e re.verso mesmo no cartão de Ano Novo de 2010 se utilizou de alguns versos. Esse ano, entretanto, quiz fazer algo que diferisse desse lugar-comum, mas sem perder o autor de A rosa do povo de vista.  É aí que me deparo com "Poemas de Dezembro", publicado na página do escritor mineiro no Projeto Releituras. Em 1963 Lázaro Barreto mandou para  o poeta um exemplar de seu livro Contos do Apocalipse Clube, já que estava dando seus primeiros passos no mundo das letras. Tocado pela situação de Barreto, que à época residia em uma pequena cidade mineira, Marilândia, Drummond, bem a seu estilo, lhe escreve comentando a obra e começa uma troca de correspondências com o iniciante que durou mais de 20 anos. Os dois jamais se encontraram pessoalmente, mas o poeta nunca deixou de remeter suas opiniões sobre os escritos de seu conterrâneo e, principalmente, alguns poemas que permaneceram inéditos até há pouco. É um recorte desses que utilizo para o mote do cartão de Ano Novo 2011. Não dá para deixar de ler também o poema "Feliz Ano Velho", de Thiago Tonussi, poeta que publicou na 1ª edição do caderno-revista 7faces. 

E, no fim, Feliz Ano Novo a todos.

* Para visualizar melhor o cartão é só clicar sobre a imagem. Caso queira guardar no seu computador é só salvar direto.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Os segredos da Senhora Wilde

11 Livros que são quase pornografia

Os muitos Eliot

Além de Haruki Murakami. Onze romances da literatura japonesa que você precisa conhecer

Boletim Letras 360º #308

As melhores leituras de 2018 na opinião dos leitores do Letras

Boletim Letras 360º #309

Uma entrevista raríssima com Cora Coralina

Os melhores de 2018: prosa

O excesso que vive: Mac e seu contratempo, de Enrique Vila-Matas