Preencha o formulário para participar da promoção. Se você não chegou aqui pelo Facebook, não deixe de findar sua inscrição cumprindo o restante do regulamento desta promoção.

Titanic em tempo real

Ilustração reproduz o que pode ter se dado na noite do 14 para 15 de abril de 1912. Fonte: Revista Veja.



A história é bem conhecida por todos: o "inafundável" Titanic naufragou em abril de 1912, na sua viagem inaugural, depois de embater contra um iceberg. Símbolo da ousadia humana, orgulho da engenharia náutica da época, o gigante de cerca de 269m de comprimento e 46 mil toneladas, obra que custou US$7,5mi de dólares, tudo, foi-se para o fundo do mar, depois de o transatlântico colidir com um iceberg, nas últimas horas do dia 14 de abril; levou consigo a vida de mais de 1.500 pessoas.

No ano de centenário do ocorrido, em que se prepara uma versão em 3D para as grandes telas, inclusive, do filme épico de 1997, The History Press, uma editora especializada em acontecimentos históricos, criou uma conta no Twitter que descreve, em tempo real, a viagem do navio.

Lá, não são descritas as diferentes peripécias e atrações do navio, com o ginásio muito bem equipado ou os seus luxuosos salões. Os torpedos aí publicados são como se fossem escritos em tempo real pela tripulação ou pelos passageiros do transatlântico. A conta já tem mais de 13 mil seguidores e deixará de receber atualizações no justo 15 de abril. Além dessa iniciativa, The History Press lança hoje um aplicativo para iPad dando contas de toda a história do Titanic.

Vale visitar uma edição especial da Revista Veja dando contas da história do Titanic.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Os segredos da Senhora Wilde

11 Livros que são quase pornografia

Os muitos Eliot

Uma entrevista raríssima com Cora Coralina

Além de Haruki Murakami. Onze romances da literatura japonesa que você precisa conhecer

Boletim Letras 360º #308

Boletim Letras 360º #309

As melhores leituras de 2018 na opinião dos leitores do Letras

A necessidade humana de expressão artística – parte I

Os melhores de 2018: prosa