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Mostrando postagens de Fevereiro 13, 2018

Uma biblioteca do Boom Latino-Americano: vinte e um romances essenciais

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Quando apareceu, o Boom já existia. E quando acabou, o Boom continuou a existir. Qualquer inventário sobre os melhores romances latino-americanos do século XX  não pode deixar de fora o famoso Boom. Veja: é mesmo possível numa lista deixar de fora nomes como Mario Vargas Llosa, Gabriel García Márquez, Carlos Fuentes ou Julio Cortázar? Certamente não. Porque sem A cidade e os cachorros, Cem anos de solidão, A morte de Artemio Cruz ou O jogo da amarelinha não se pode explicar nem a literatura do século XX nem a seguinte neste continente.
Se é impossível deixar de citar determinadas obras, também o é deixar de fora outras que naquela ocasião podem não ter, de imediato, passado à memória literária do movimento. Como o grandiosíssimo Jorge Ibargüengoitia e As mortas, sem o  qual não falaríamos sobre Carrère nem sobre isso que agora chama-se romance de não-ficção. E mais: se sempre se fala em Truman Capote, por que não nesta investigação também sobre um crime escrita pelo autor mexicano.