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Mostrando postagens de Março 15, 2010

Quanto mais quente melhor, de Billy Wilder

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Eleita a melhor de todos os tempos, comédia reúne dupla de homens travestidos e Marilyn Monroe em seu auge Apesar de ter se tornado célebre pelo humor e ironia de sua obra, a carreira de Billy Wilder pode ser dividida entre títulos sérios - Pacto de sangue  (1944), Farrapo humano  (1945), Crepúsculo dos deuses  (1950) - e comédias escrachadas - O pecado mora ao lado  (1955), Se meu apartamento falasse  (1960), Beija-me idiota  (1964). O exemplo supremo do segundo grupo é Quanto mais quente melhor , considerado pelo próprio cineasta sua maior obra-prima. É também, ao lado de O pecado mora ao lado , o trabalho pelo qual Marilyn Monroe costuma ser mais lembrada, embora, durante as filmagens, ela estivesse vivendo sérios problemas pessoais que a levariam à morte poucos anos depois. Outro empecilho era sua enorme dificuldade em decorar diálogos. Foram necessários alguns malabarismos, como colocar frases em gavetas, para ela se lembrasse das falas. Durante a Depressão, Joe (Tony Cu