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Mostrando postagens de Março 21, 2008

O último amor de Goethe

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  Por Luis Fernando Moreno Claros Um dos raros registros de Ulrike von Levetzow, o último amor de Goethe “O amor, cujo poder sente a juventude, combina mal a velhice”. Sobre esta máxima de Goethe que, da experiência adverte contra as paixões extemporâneas, trata os textos “O homem de cinquenta anos” e “Elegia de Marienbad”, e entre a diversidade de pontos de vista aí assumidos está o último episódio amoroso na vida do autor do Fausto . Na edição espanhola, que copia a singular novela “O homem de cinquenta anos” e os célebres poemas que compõem a chamada Trilogia da paixão, entre eles, “Elegia de Marienbad”, a organizadora, Rosa Sala, recolheu numerosos fragmentos de cartas, diários privados e entrevistas pertencentes a várias personagens do entorno de Goethe. Corria o ano de 1823, quando o nobre conselheiro privado da Corte de Weimar, Johann Wolfgang Goethe, um escritor famoso em toda Alemanha, já septuagenário, se apaixonou como um adolescente por uma linda garota q