Boletim Letras 360º #410

 
DO EDITOR
 
1. Saudações, leitores! Nesta semana o Letras abriu chamada para novos colunistas. Se já conhece o blog (ou passou a conhecer agora) e tem interesse em compor nossa equipe, então, envie sua inscrição.

2. É simples. O interessado deve enviar pelo correio eletrônico blogletras@yahoo.com.br até o dia 1º de fev. de 2021 o seguinte: um resumo biográfico que contenha seu nome, fale sobre experiência de leitura e com a escrita (se já publicou, onde, quando, como ― essas coisas) e sobre o interesse em compor a equipe de colunistas do Letras (qual sua relação com o blog, desde quando o conhece, como conheceu etc.); e três textos (exceto conto, crônica e poema) observando as normas de publicação do Letras. Elas estão disponíveis aqui.  

3. Os resultados devem sair até o final de fevereiro.
 
4. Obrigado pela atenção. E vamos às notícias da semana publicadas em nossa página no Facebook? Boas leituras!

Ida Vitale. Foto: Samuel Sánchez. Obra de um dos nomes mais importantes da poesia uruguaia chega pela primeira vez ao Brasil.


 
LANÇAMENTOS
 
Chega ao Brasil a poesia de Ida Vitale.
 
Ida Vitale é poeta, ensaísta, crítica literária e tradutora. Nasceu em novembro de 1923, em Montevidéu, no Uruguai, onde vive. Por sua obra, recebeu os maiores prêmios de literatura em língua espanhola, como Prêmio Reina Sofia, Prêmio García Lorca, Prêmio Max Jacob e o Prêmio Cervantes. Apesar do reconhecimento, a poesia de Ida Vitale nunca foi publicada no Brasil. Não sonhar flores é uma antologia que reúne seis livros, seis “poemários”, e busca reparar essa ausência, apresentando ao leitor brasileiro um recorte da obra poética de Ida ao longo de seis décadas, seis momentos diferentes. A tradução de Heloisa Jahn é publicada pela Roça Nova Editora.

Livro reúne ensaios de Alberto Manguel com tema de predileção do autor: os livros e seus leitores.

Depois do grande sucesso de O leitor como metáfora: o viajante, a torre e a traça, as Edições Sesc têm o prazer de lançar o livro inédito de Alberto Manguel, Notas para uma definição do leitor ideal. O volume contempla alguns textos redigidos para jornais como espanhol El País e o estadunidense The New York Times, mas, em sua grande maioria, traz falas do autor argentino nos mais variados contextos: seu discurso de posse do autor na Academia Argentina de Letras, o discurso de abertura da Feira do Livro de Buenos Aires, a palestra para o ciclo Fronteiras do Pensamento, em Porto Alegre, seu o discurso de recepção do Prêmio Formentor, em Maiorca. São textos que oferecem erudição sem esnobismo, aproximando os leitores de grandes clássicos de maneira espontânea. A tradução é de Rubia Goldoni e Sérgio Molina.

Novo livro de poemas de um dos artistas mais inventivos da atualidade.
 
“aqui jaz/ o presente// eterno porque eterna// mente fugaz”, escreve Arnaldo Antunes. Em seu novo livro, o compositor e poeta mistura poemas, poemas visuais e fotografias para falar sobre o tempo ― o presente e também o passado: “não tenho saudades/ do que vivi// porque tudo/ está aqui”. O isolamento, o noticiário e a política são eixos centrais desses versos que, com humor e sensibilidade, impressionam por sua atualidade e contundência. Para Noemi Jaffe: “Naquele que talvez tenha sido o ano mais difícil de nossas vidas, ano de pandemia e de esboço de ditadura, Algo antigo repercute a solidão de cada um ‘isolado/ por um exército de desertos’, cada um como uma ‘multidão amputada’. Mas é ‘enfiando a adaga do sentido na palavra’ que cada uma dessas multidões recupera e refaz seus sentidos possíveis, prontos para o que foi, é e virá a ser.”. Algo antigo é publicado pela Companhia das Letras.

Novo livro de Evandro Affonso Ferreira.
 
Em uma costura de referências literárias clássicas e experimentação narrativa contemporânea já características da prosa poética de Evandro Affonso Ferreira, Rei Revés desvela a tragédia de um governante aprisionado que sofre a perda de um filho. Do texto de Leo Lama para a orelha do livro: “Diante de seus olhos, leitor, um volume que invade despudoradamente o mítico. [...] Nestas páginas, evocados como juízes, mestres, testemunhas do ápice da dor humana, estão os tragediógrafos misturados aos deuses, às gentes, aos anjos, aos pássaros. Não há trégua. Não há permissão para o banal. A tragédia é implacável e está para purgar, não para tecer as rocas efêmeras do psicológico, do mundano. O coro é a própria narrativa que se investiga e se contradiz, afirmando a perplexidade. Sofre o narrador, que não encontra jeito de contar a história. Tudo ostenta o fim em travessia que não é possível terminar.” Rei Revés, de Evandro Affonso Ferreira, é um livro que transita pelo premente do trágico. Aquilo que está para todos, sem distinção. Não há lados, partidos, ideologias ou preocupações biográficas. Nestas partituras, o sofrimento de um governante encarcerado, que acabou de perder o filho de seu filho, é pauta de inspiração angustiada, e vai muito além do interesse político ou factual. Lá, no metafísico tremular da flâmula, onde só os anuns penetram, está o ritmo dessa catástrofe. “Em um cenário de natureza íntima, o crepúsculo do mito de uma nação é reinventado pelas mãos do exímio artífice da generosa literatura. Um diálogo arrebatador com a fragilidade da existência, com a vida e suas mortes e, claro, com os criadores da poesia.” Rei Revés é publicado pela Editora Record.
 
A grande travessia dos pioneiros que formaram a primeira comunidade judaica das Américas, no Recife, e ajudaram a construir Nova York, contada por um dos maiores biógrafos da atualidade.
 
Em setembro de 1654, um grupo de 23 refugiados desembarcou em Nova Amsterdam, colônia holandesa na costa oriental da América do Norte. Eram homens e mulheres, adultos e crianças, possivelmente sobreviventes de uma odisseia iniciada meses antes nas praias de Pernambuco. Exaustos, esfarrapados e sem dinheiro, fugiam da Inquisição, reavivada nas capitanias do Nordeste depois da vitória luso-brasileira na guerra contra a ocupação holandesa. Os primeiros judeus da ilha de Manhattan, assim como seus parentes e antepassados sefarditas ibéricos, enfrentaram uma sucessão dramática de dificuldades e privações até encontrar a terra prometida no Novo Mundo. Seguindo a trilha de religiosos e intelectuais ilustres, mas também de lavradores e mascates quase anônimos, Lira Neto conta sua incrível saga de fé, resistência e esplendor cultural, e faz assim também uma história narrativa e colorida da ocupação holandesa do Nordeste. Com prosa fluida e rigor histórico, o autor da trilogia Getúlio entrelaça as biografias desses judeus pioneiros à crônica de grandes acontecimentos que ajudaram a moldar o Brasil e a América. Arrancados da terra é publicado pela Companhia das Letras.
 
Espécie de Romeu e Julieta contemporâneos e redescobertos, ganha edição no Brasil clássico da literatura turca.
 
Madona com casaco de pele foi publicado na Turquia em 1943. Sete décadas se passaram até o romance receber o merecido reconhecimento e se tornar um best-seller, mantendo-se, desde 2013, no topo da lista de livros mais vendidos. O romance está ambientado na Berlim dos anos 1920, no período conhecido como entreguerras. A realidade de uma sociedade polarizada e em constante crise — que desembocaria na ascensão do nazismo — é iluminada pelo encontro entre uma jovem extrovertida, assertiva, corajosa e independente, Maria Puder, e um tímido, inexperiente e hesitante rapaz, Raif Efêndi, que vive da mesada enviada da Turquia pelo pai. Os dois constroem um relacionamento no qual Maria parece estar sempre um passo à frente de Raif, que, por sua vez, se torna mais maduro ao se relacionar com essa mulher extraordinária, ainda que ele nunca a alcance em sua constante evolução. Espécie de Romeu e Julieta contemporâneos e redescobertos, Raif Efêndi e Maria Puder são personagens de uma história que, nos últimos tempos, vem ganhando contornos cada vez mais nítidos de certa presciência sobre amor, separação e isolamento. Com tradução de Marco Syrayama de Pinto, o livro é publicado no Brasil pela Editora Tabla.
 
Um sensível relato sobre família, culpa e depressão.
 
Luiz Schwarcz carrega consigo a história de uma família que abandonou tudo para fugir ao terror nazista: o pai, húngaro, conseguiu escapar, sozinho, de um trem a caminho do campo de extermínio de Bergen-Belsen, deixando Láios, seu pai, no vagão que acabou por levá-lo à morte; a mãe, croata, teve de decorar aos três anos um novo nome, falso, para embarcar com a família num périplo que os levou primeiro à Itália e depois ao outro lado do Atlântico. Os dois, André e Mirta, se encontraram no Brasil, com as lembranças dolorosas do passado trágico a pesarem sobre a nova vida. Filho único, Luiz, ainda jovem, entendeu ser responsável por expurgar as culpas que André carregava por não ter podido evitar o fim extremo do próprio pai ― avô do autor ―, e se via como o elo a manter estável o casamento de André e Mirta, união cheia de silêncio, dor e incompatibilidade. Assumir esse papel, porém, será a fonte de angústias que o acompanharão ao longo de toda a infância, adolescência e vida adulta. Ao recuperar com franqueza estas memórias, Luiz Schwarcz constrói um sensível e detalhado relato de como a depressão e os traumas, próprios e de terceiros, podem tirar o fôlego de qualquer um e permanecer latentes em existências por fora marcadas pela aparência do sucesso. O ar que me falta é publicado pela Companhia das Letras.
 
O primeiro romance de Fabiane Guimarães.
 
Cecília não sabe muito bem o que fazer com a própria vida. Depois de mudar de Brasília para o Rio de Janeiro, a jovem ainda não conseguiu encontrar um emprego nem organizar seu futuro.
João, pai solteiro de uma criança com paralisia cerebral, tenta levar a vida em Brasília. Trabalha como veterinário do município durante o dia e procura formas de ganhar mais dinheiro à noite — o objetivo é juntar uma quantia suficiente para bancar um tratamento experimental para o filho. Quando os pais de Cecília morrem, ela é forçada a voltar para a pequena cidade em que eles moravam. Mas uma dúvida começa a atormentá-la: a possibilidade de um assassinato silencioso. Enquanto isso, João, desesperado, começa a se aventurar por trabalhos pouco recomendáveis. Ao cruzar suas histórias, Fabiane Guimarães cria um suspense impactante sobre o que significa ser parte de uma família, e os limites que estamos dispostos a ultrapassar para mantê-la. Apague a luz se for chorar é publicado em fevereiro de 2021 pela Alfaguara Editora.
 
REEDIÇÕES
 
Nesta clássica aventura no Sítio do Picapau Amarelo, Emília quer acabar de vez com a guerra… Mas encolhe o pessoal do Sítio no processo!
 
Lançado pela primeira vez em 1942, A Chave do Tamanho trouxe um assunto contemporâneo à sua época (e que infelizmente continua atual): a guerra. Na história, Emília está decidida a acabar de vez com a Segunda Guerra Mundial. Para isso, vai até a sala das Chaves para desligar a Chave da Guerra. Mas, atrapalhada como é, acaba desligando a Chave do Tamanho e encolhendo todos os seres vivos do planeta! Em sua esperteza e teimosia, porém, Emília vai dar um jeito de conseguir alcançar seu objetivo… Esta edição de luxo, organizada por Marisa Lajolo, vem acompanhada por um texto introdutório que contextualiza o período da publicação do livro e debate as questões polêmicas relacionadas à obra de Monteiro Lobato. Traz também notas de rodapé em formato de diálogo entre as personagens, que explicam o vocabulário e os costumes do Brasil da década de 1940, além de ilustrações que reinterpretam a turma do Sítio e as figuras históricas retratadas. O livro, parte do projeto editorial do selo Companhia das Letrinhas que tem reeditado a obra de Monteiro Lobato, chega aos leitores a partir de março de 2021.
 
Clássico de Charlotte Brontë em nova edição.
 
Primeiro romance de Charlotte Brontë, uma das irmãs que compõem a famosa família literária inglesa, Jane Eyre conta a história de uma jovem em busca de uma vida mais significativa na sociedade inglesa do século XIX. Por meio da abordagem de temas como a subordinação da mulher, relações familiares abusivas que geram traumas futuros e o crescimento moral e espiritual da personagem principal, Jane Eyre foi publicado originalmente em 1847, mas se mostra ainda muito atual. Jane, órfã de pai e mãe, vive com parentes que a desprezam, sendo tratada por sua tia de modo muito diferente do tratamento recebido pelos primos, cruéis e fúteis. Já com 10 anos de idade, Jane é enviada para a instituição de caridade Lowood, uma escola com métodos rígidos de ensino. Apesar das inúmeras privações que enfrenta na escola, a menina leva uma vida quase feliz e se torna forte e independente, passando a lecionar na entidade que a formou. Aos 18 anos, decide partir, e consegue um trabalho como preceptora da jovem Adèle, pupila do irônico e arrogante Edward Rochester. A partir deste momento, a vida de Jane toma um rumo diferente e inesperado, que envolve mistério, novas amizades, diferentes sensações e até mesmo uma história de amor. Jane Eyre é considerado um romance de formação, no qual se narra o desenvolvimento físico, moral, psicológico, estético, espiritual e social da personagem principal, desde sua infância até a maturidade. Charlotte Brontë representou, por meio da protagonista, a ideia de emancipação feminina, isto é, de que as mulheres não tinham a obrigação de se casar para ter uma vida; que poderiam trabalhar e se sustentar de maneira independente. Ao longo do romance, são tecidas diversas críticas à condição de inferioridade atribuída às mulheres naquela época. A autora é, por isso, considerada transgressora das regras vigentes em sua sociedade, vista hoje como uma mulher à frente de seu tempo. Jane Eyre narra, além de uma comovente história de amor, a saga de uma jovem em busca de uma vida mais significativa do que a sociedade inglesa do século XIX tradicionalmente permitia às mulheres. O livro é traduzido por Heloísa Seixas e é publicado pela José Olympio Editora.
 
Nova edição de um clássico da obra de Nelson Rodrigues.
 
Um dos mais importantes romances nacionais, “Asfalto selvagem” reúne numa só narrativa paixão, suspense, devoção religiosa, erotismo, incesto, tragédia, humor e um olhar implacável sobre as obsessões que nenhum de nós ousa confessar. Quase nada escapa da pena demolidora de Nelson Rodrigues: instituições, ideologias, desejos. Se parece audacioso no século XXI, o que se pode dizer sobre o impacto causado nos leitores do jornal Última Hora, em que foi publicado em forma de folhetim entre 1959 e 1960? Um escândalo. E um imenso sucesso. Eis a genialidade do autor: Nelson realiza a rara proeza de escrever um romance profundo e ao mesmo tempo popular. Obra irresistível para os leitores de então e para os atuais, Asfalto selvagem continua a descortinar as tensões mais subjacentes da moralidade urbana brasileira por meio de um texto deliciosamente perturbador e personagens inesquecíveis. O livro abre a publicação da obra de Nelson Rodrigues pela HarperCollins.

A Editora Nova Fronteira publica edição com o último romance de Fiódor Dostoiévski.

Os irmãos Karamázov foi concluído pouco antes da morte do autor e é considerado sua obra-prima. A história se desenvolve em torno do assassinato de um homem pelo próprio filho. O enredo policial, no entanto, é apenas o ponto de partida de um dos romances que descortinam com mais vigor a compreensão do ser humano. Obra máxima de Fiódor Dostoiévski, Os irmãos Karamázov parte da história de um assassinato em família para traçar um retrato contundente da Rússia do século XIX, além de levar aos leitores um mosaico dos dramas universais. Publicada pela primeira vez em 1880, segue ganhando edições pelo mundo, com interesse crescente do público. Um livro que, segundo Otto Maria Carpeaux, “é a síntese de todas as possibilidades da arte de Dostoiévski”.


OS LIVROS POR VIR
 
Enzo Maqueira terá obra publicada no Brasil. Argentino é um dos narradores mais destacados da literatura latino-americana contemporânea e sairá a partir de 2021 pela Ponto Edita.
 
A editora independente Ponto Edita adquiriu os direitos de publicação de Hágase usted mismo, quarto romance do argentino Enzo Maqueira (1977) e o primeiro do autor a ser lançado em português. Publicado originalmente em 2018, o livro logo alcançou grande êxito em vários países da América Latina e foi finalista da edição de 2019 do prêmio Silverio Cañada da Semana Negra de Gijón, na Espanha. Em Hágase usted mismo, Maqueira usa uma prosa austera à la Cormac McCarthy para questionar as convenções da masculinidade e desconstruir, com violência exemplar, as armadilhas em que caímos quando tentamos escapar das mediocridades destes tempos - o vício em tecnologias, o celular como extensão da própria mão e a constante necessidade de aprovação e reconhecimento. Imerso na aura da nouvelle vague e permeado por referências ao cinema de Truffaut, Godard, Varda e Fellini, o romance acompanha um medíocre aspirante a cineasta que abandona uma relação abusiva em Buenos Aires e se refugia na casa onde passou a infância, na Patagônia. O lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2021.
 
Romance de George Orwell oferece um olhar elegíaco sobre a memória e o desejo num momento desesperador da história da Inglaterra.
 
George Bowling está em crise. Não uma crise terrível e ruidosa, mas desesperadora e contida. Seus dias são preenchidos por um trabalho entediante como vendedor de seguros, e suas noites, passadas se preocupando com a hipoteca, o casamento e com o que parece ser a Segunda Guerra Mundial surgindo no horizonte. Por isso, quando tem um grande golpe de sorte e ganha uma quantia inesperada, ele gasta tudo na tentativa de recuperar a única coisa que já lhe trouxe felicidade: sua infância. Ele retorna, então, para a cidade onde cresceu com a intenção de resgatar a inocência, mas a realidade pode ser mais dura do que ele é capaz de aguentar. Trazendo a mordacidade e a paixão que permeiam toda a obra de George Orwell, Um pouco de ar, por favor! fornece um olhar elegíaco sobre a memória e o desejo num momento desesperador da história da Inglaterra. Publicada pela Editora Nova Fronteira, esta edição tem tradução e apresentação de Regina Lyra e prefácio do filósofo Júlio Pompeu. A casa editorial disponibiliza ainda nova edição e tradução dos dois clássicos de Orwell agora editados por todos 1984 e A revolução dos bichos. Os três livros foram reunidos também numa caixa.

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Comentários

marina bandeira disse…
Olá!

Gostaria de me inscrever, no entanto, não tenho textos que ainda não foram publicados. Não poderei fazer a inscrição por essa questão?

Abraços!
Pedro Fernandes disse…
Marina, saudações!

Pode enviar sua inscrição com os três textos solicitados. A recomendação dos inéditos é para em caso de envios de textos para publicação no blog.

Obrigado pelo seu contato.

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