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Mostrando postagens de Julho 6, 2009

Quatro nomes da Segunda Geração do Romantismo: Álvares de Azevedo

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Amor e morte como temas românticos ADEUS MUNDO Já sinto da geada dos sepulcros O pavoroso frio enregelar-me... A campa vejo aberta, e lá do fundo Um esqueleto em pé vejo a acenar-me... Entremos. Deve haver nestes lugares Mudança grave na mundana sorte; Quem sempre a morte achou no lar da vida, Deve a vida encontrar no lar da morte. (Laurindo Rabelo) Os versos de Laurindo Rabelo expõem o que podemos chamar de exaltação à morte. Ela fascinou e ainda fascina vários escritores da literatura mundial. Teve seu apogeu, certamente, no decorrer do que a história literária denomina de Segunda Geração Romântica. Nesse período a morte se apresenta quase que como uma constante nas obras literárias. Isso ocorre, atribui alguns críticos, como solução ao sofrimento imposto pela impiedosa e desumana sociedade burguesa. Talvez seja verdade. Nota-se nesse período a preponderância de outras características que reforçam essa tese, tais como a fuga para a infância, a criação de lugares