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José Luandino Vieira, a revolução é uma maneira de estar no mundo

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José Luandino Vieira.   “A Literatura se alimenta de Literatura. Ninguém pode chegar a escritor se não foi um grande leitor.”   A afirmativa que poderia sair de qualquer escritor aparece numa entrevista de José Luandino Vieira realizada por Joelma G. dos Santos e publicada na edição 21 da Revista Investigações , do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco. No caso do escritor, trata-se de uma expressão importante, uma vez que, noutra passagem desse referido diálogo ele afirma que sua obra se baseia a partir da sua experiência e das leituras, sendo que a primeira foi obtida em grande parte da segunda.   Seja como for, para ele a memória guarda importância singular para a feitura de sua literatura. Diz noutra entrevista, agora para o jornal O Globo , de 17 de novembro de 2007: “Minha ficção sempre se alimentou da memória. É do que se inscreveu na memória que retiro o material que submeto a todos os maus-tratos possíveis até perceber se é válido para just