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Dez filmes que tratam sobre a vida de pintores

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A relação entre as artes plásticas e o cinema é muito estreita, tanto que, muitos cineastas não terão deixado de buscar representá-la da melhor maneira possível. Sabendo disso, fomos buscar, motivados em parte pela recente filmagem da biografia de Renoir (incluída nesta lista), alguns títulos que são de grande significação para os interessados nessa relação temática. Esta lista não é um ranking e parte do conteúdo que apresenta filme a filme é copiado de sites e blogs especializados na apresentação e discussão sobre cinema.  cena de Moça com brinco de pérola . Sede de viver , 1956. Dirigido por Vincent Minnelli, o filme é baseado no romance Lust for life (traduzido no Brasil como A vida trágica de Van Gogh ), de Irving Stone. Atua no papel do pintor holandês um excepcional Kirk Douglas, quem levou o Globo de Ouro de Melhor Ator seguido de Anthony Quinn, quem recebeu o prêmio de Melhor Ator Secundário. O filme começa em 1877, contando o serviço religioso de Van Gogh...

Boletim Letras 360º #17

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Queremos fechar a semana divulgando que a parceria entre o Letras in.verso e re.verso através de sua página no Facebook com a página da Parábola Editorial vai permanecer. Em breve divulgaremos o que os leitores poderão esperar.  Agora, outra que devemos chamar atenção: desde o dia 13 de junho, data dos 125 anos do nascimento do poeta português Fernando Pessoa, que apresentamos a promoção “Ler todas as pessoas de Pessoa”. No páreo quatro obras da coleção de bolso da Companhia das Letras. No fim deste boletim está um atalho para o regulamento de como proceder para concorrer a mais esse brinde. Antes, vamos saber o que foi notícia na nossa linha do tempo nesta semana? Capa de um dos livros de uma coleção de 14 capas desenhadas para alguns clássicos da Literatura pela dupla de designers Eurydyka e Rafal Szczwinski. Mais informações no fim da post. Segunda-feira, 10/06 >>> Brasil: Mais uma edição de Drácula Sai pela Editora Civilização Brasileira. A reediçã...

Um áudio raro: T. S. Eliot lê "Quatro Quartetos"

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Aí estão as vantagens da web : não há nada que a gente procure e não ache. No arquivo a seguir podem uma gravação completa de T. S. Eliot lendo uma de suas obras-primas de seus últimos anos, o ciclo de poemas chamado Quatro Quartetos . No caso desses poemas, o próprio poeta considerou como sendo uma de suas maiores obras, ainda em 1959, numa entrevista a Donald Hall para a Paris Review – “O segundo é melhor do que a primeiro, o terceiro é melhor do que o segundo e o quarto é o melhor de todas. De qualquer forma, esse é um trabalho do qual eu me orgulho”, disse. A crítica considera o mais místico e mais religioso dos poemas de Eliot. Cada um deles é uma meditação sobre o tempo no qual se misturam imagens cristãs e hindus com eventos pessoais e históricos. Como em The Waste Land , Eliot utiliza os quatro elementos clássicos como dispositivo estrutural dos Quatro Quartetos . O primeiro poema, “Burnt Norton”, está associado com o elemento ar. É dedicado a uma mansã...

O grande Gatsby, de Baz Luhrmann

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Os jornais ao redor do mundo ricochetearam desde a recepção fria de Cannes em uníssono toda a sorte de deselogios à readaptação de Baz Luhrmann para o romance de F. Scott Fitzgerald, O grande Gatsby . Quando digo os jornais ao redor do mundo inclui-se nesse rol também a pequena e medíocre crítica brasileira. Desde a chegada às telas da produção na última sexta, 7 de junho, a saliva não foi poupada nos adjetivos negativos. Fato é que, conversando com alguns amigos mais entendedores de cinema que eu, notei ser isso produto de uma patologia que se tornou moda por esses dias: basta a opinião inicial de quem teve o primeiro contato com a obra de arte que ela será repetida de forma variada, seja ela negativa ou positiva. Em alguns casos o lance se parece muito com tirar a sorte grande. E para desgraça do cineasta a sorte não lhe veio dessa vez. Terá de esperar o tempo para ver (ou não) se de fato acertou em reexperimentar o romance já clássico. Agora, digo por esses dias, mas pode se...

Ler as pessoas de Pessoa

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Sortearemos dois amigos do Letras que poderá levar para casa um dos livros da Coleção de Bolso Fernando Pessoa (imagem); o sorteio é válido apenas para amigos residentes no Brasil. O sorteio será realizado na sexta-feira, 28/06, às 19h por meio do aplicativo sortei.me. Os ganhadores devem entrar em contato com a fan page do Letras para acertar os trâmites de envio dos brindes. Veja os passos a seguir, os que descumprirem o regulamento estão desclassificados. 1. Curtir a fan page do Letras; 2. Indicar no post três amigos para participar da promoção e comentar o post dizendo qual dos livros quer ganhar; 4. Na fan page, acessar aba “Promoções” e clicar em “Quero participar”.

450 anos da lírica de Luís de Camões

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Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer; Este talvez seja os versos mais conhecidos e citados de cor pelos usuários da língua portuguesa. São únicos na poesia lírica de Camões, únicos no cenário universal da poesia, únicos na forma como expressa o sentimento amoroso – esse que é o centro temático da poesia do tipo e também um dos temas mais perseguidos nas literaturas. Estes versos são também representativos de uma produção literária menos conhecida do poeta d’ Os lusíadas . Sim, porque ao se falar em Camões, é evidente que antes desses versos poderão vir os versos iniciais da epopeia ou a citação do texto como representativo de sua literatura. O primeiro texto dos que integram essa produção menos conhecida do poeta, “Ode ao Conde de Redondo”,   cumpre neste 2013, 450 anos de sua publicação. Trata-se, como expressa o título, de uma ode dedicada ao Conde de Redondo...