Boletim Letras 360º #693
DO EDITOR
LANÇAMENTOS
Livro reúne, pela primeira vez, os principais ensaios de Leonardo Fróes.
Reconhecido e celebrado por sua obra poética, Leonardo Fróes (1941-2025) foi também um tradutor, ensaísta e resenhista de mão cheia, tendo produzido inúmeros textos sobre arte, natureza e literatura — seus temas prediletos — a partir de vastas e aprofundadas leituras sobre tais assuntos. O fascínio das palavras reúne pela primeira vez os seus principais ensaios de literatura, escritos ao longo de meio século de convívio intenso e apaixonado com os livros. Os 38 textos selecionados provêm de estudos, conferências, ensaios e resenhas publicados em livros e periódicos desde os anos 1970. Com erudição e leveza, Fróes analisa obras de autores que admirava ou que traduziu, comenta traduções alheias, discorre sobre poesia chinesa, arte erótica japonesa, haicais, dissidência e contracultura, propõe leituras nada ortodoxas de movimentos literários como o Romantismo e o Simbolismo, sempre com ênfase no elemento poético, matéria central de sua vida. Cobrindo um arco que vai da Antiguidade Clássica aos dias atuais, do Oriente à Mesoamérica, comparecem aqui alguns dos maiores nomes da literatura universal, como John Milton, Bashô, Lord Byron, Fernando Pessoa, T. S. Eliot, Virginia Woolf, Elizabeth Browning, Manuel Bandeira, Graciliano Ramos, Stendhal, Goethe, Freud, Jung, Tchekhov, entre muitos outros. Obra de interesse para o público acadêmico e para os leitores em geral, estes ensaios ensinam e inspiram, constituindo um refinado guia de leituras apresentado por um dos nossos maiores poetas. Publicação da Editora 34. Você pode comprar o livro aqui.
O novo romance do autor de Pssica.
Não nos deixeis cair em tentação, de Edyr Augusto, acompanha a busca por dois jovens seminaristas desaparecidos em Belém. Tendo como disparador um possível caso de abuso sexual que envolve a figura do arcebispo da cidade, o sumiço dos rapazes mobiliza a sociedade e a mídia, e, à medida que a verdade se aproxima, desenrola-se uma trama de corrupção e outros crimes. Este é o nono livro do escritor publicado pela Boitempo. Você pode comprar o livro aqui.
A chegada aos leitores brasileiros da obra de Sergio Ramírez.
A chegada aos leitores brasileiros da obra de Sergio Ramírez.
A morte misteriosa de uma jovem recém-casada desencadeia uma série de suspeitas que leva à prisão de Oliverio Castañeda, um advogado guatemalteco de charme irresistível e passado obscuro. Acusado de envenenar a esposa e, em seguida, outros membros da família que o acolheu, Castañeda torna-se o centro de um processo judicial que divide a cidade entre admiradores e detratores. Com maestria narrativa, Sergio Ramírez reconstrói o caso a partir de depoimentos, cartas, telegramas, atas judiciais e recortes de jornal, criando um mosaico de vozes que revela muito mais do que um simples crime: expõe as hipocrisias da sociedade provinciana nicaraguense, as relações de poder entre famílias influentes e a cumplicidade entre a elite local e o regime somozista que então se consolidava. Baseado em fatos reais, Castigo divino é ao mesmo tempo um brilhante romance policial, uma crônica histórica e uma reflexão sobre culpa, desejo e justiça. Uma obra fundamental da literatura latino-americana, vencedora do Prêmio Dashiell Hammett. Com tradução de Bruno Cobalchini Mattos, o livro sai pela editora Pinard. Você pode comprar o livro aqui.
Do vencedor do prêmio Jabuti na categoria Escritor Estreante Marcelo Henrique Silva uma coletânea de contos.
Os textos de Só fumo quando bebo que explora o corpo, o desejo e as formas de pertencimento em um mundo que insiste em excluir e silenciar. Há nos dez contos uma tensão constante entre o que se vive e o que se pode dizer. Corpos que desejam, adoecem, envelhecem, resistem... e que, ao fazê-lo, expõem as fissuras de um mundo que insiste em regulá-los e deixá-los à margem. Marcelo Henrique Silva escreve a partir dessas bordas; em geral, são lugares de silêncio, de exclusão e de confronto, onde a presença e a força do afeto frequentemente se confundem com sua ausência. Se em seu romance de estreia o autor iluminava vidas invisibilizadas pela história, neste livro ele radicaliza o gesto, aproxima o olhar, escava o detalhe, sustenta o incômodo. Seus personagens atravessam tempos, espaços e registros, em um mosaico de experiências marcadas pelo homoerotismo, pela solidão e pela violência, mas também por formas inesperadas de vínculo e sobrevivência. Publicação da Tusquets. Você pode comprar o livro aqui.
Em dezoito histórias de vidas anônimas atravessadas por perdas, violência, memória, desejo e amor, Luiz Ruffato continua a compor um retrato poderoso, por vezes comovente, por vezes cruel, de um Brasil que nem sempre chega às páginas da ficção.
Em Armadilhas, Luiz Ruffato retorna ao território que tem sido a força secreta de sua literatura: o espaço das vidas comuns, dos desvios mínimos que reconfiguram destinos. Nos dezoito contos reunidos neste volume, um homem revive o instante exato em que tem a certeza de que nunca mais verá a mulher que ama; um pai encara sua própria precariedade diante das perguntas feitas pelo filho pequeno; um jovem operário decide abandonar tudo de repente; uma família desmancha-se diante da solidão do envelhecimento; uma viagem inocente precipita um destino; e figuras inesquecíveis — Geraldinho, o Vermelho; Irene e o sargento Cici; tio Joel; Sausalito, o cão — atravessam estes relatos para nos lembrar que toda vida é feita de quedas e reinvenções. A cada narrativa, Ruffato cria um mosaico de vozes, registros e ritmos. Sua escrita, ao mesmo tempo econômica e profundamente emotiva, ergue-se do concreto: ruas, bares, fábricas, ônibus, becos, pequenos comércios, casas de família, velórios, sonhos interrompidos. Nada aqui é extraordinário — e, no entanto, tudo é. O cotidiano brasileiro revela-se em sua grandeza trágica e cômica, feito de pequenas epifanias, armadilhas, brutalidades silenciosas e amores que resistem onde menos se espera. Publicação da Companhia das Letras. Você pode comprar o livro aqui.
A história de uma família que luta por dignidade e emancipação, mas está presa a uma entidade do mal que destrói tudo o que toca.
O dono e o mal é apresentado como uma saga vibrante, que transita vertiginosamente entre a realidade e o caos. Batista dos Santos Assumpção é um homem preto de origem humilde, nascido na Paraíba, que sonhou com uma vida melhor derrubando árvores na construção da Transamazônica, no coração da floresta. Mas seus ideais de um trabalho justo e seu amor ingênuo por Iolanda, uma prostituta local, são destruídos aos poucos. Por fim, acaba envolvido num esquema sem volta com os agentes mais obscuros da ditadura. Tentando apagar o passado, Batista conhece Soledade da Silva Farias, com quem se casa, na esperança de um recomeço. Mas a mulher carrega suas próprias feridas e opressões, das quais tampouco consegue escapar. Conquistar uma vida digna, para eles, é uma impossibilidade. Seus três filhos tomam caminhos tortuosos, mas o pior é Graciliano, que segue o legado de selvageria do pai. Ele se envolve com o mundo do crime e arrasta o inferno para dentro da própria família, que busca uma vida tranquila na pequena Brejo do Livramento, cidade paraibana dominada pela produção de cachaça e pela poderosa família Lucena Neumann. Essa não é uma história tradicional nem previsível. Os Farias de Assumpção são acossados pela figura grotesca e anárquica conhecida pela alcunha de O Inglês, que gradativamente os empurra para um vórtice de loucura. O novo livro de Bruno Ribeiro é um romance multifacetado, de diálogos afiados e situações absurdas, que se impõem sobre uma família que avança sem atalhos pelo caminho da destruição. Publicação da Alfaguara Brasil. Você pode comprar o livro aqui.
O primeiro romance de Ricardo Terto.
Em A fortaleza dos Homens-Borracha, Ricardo Terto, cultuado por suas crônicas e contos, mergulha numa história explosiva sobre como o trauma se transforma em ação coletiva quando a dor individual não encontra canais de justiça. Como um roteiro cinematográfico, a narrativa acompanha a Cozinheira, o Chaveiro, o Demolidor e a Professora, personagens da periferia de São Paulo que, após perderem pessoas queridas, vítimas da violência de Estado, decidem se reunir em busca de desforra. No Buraco da Agulha, lugar que funciona como uma espécie de “Sala da Justiça”, cada um deles passa por uma metamorfose particular para superar o luto e seus fantasmas. A partir desses encontros surge um plano mirabolante que nossos heróis sem capa decidem realizar como um gesto simbólico para que a memória de seus entes não seja dizimada pela polícia, isto é, os “Homens-Borracha” ― seres metafóricos capazes de apagar a história dos outros. A partir daí, o que era a reconstrução de vidas partidas se transforma na trajetória de quatro pessoas unidas pela vingança. Publicação da editora Fósforo. Você pode comprar o livro aqui.
Chega aos leitores brasileiros o mais novo livro de José Luís Peixoto.
Um escritor é chamado para escrever um livro com as histórias de pacientes de uma clínica oncológica. O que parece uma encomenda comum logo se transforma num diário da experiência do próprio autor, cuja obra mais celebrada é um relato sobre o luto após a perda do pai — vítima dessa doença que todos temem nomear. Já desnorteado com o limite tênue entre memória e invenção, ele se depara com um misterioso professor sueco e, a partir daí, a narrativa toma caminhos inesperados. Hiper-realismo, autobiografia, delírio? Cada página deste romance é como a revelação de uma nova camada, estranha e bela. A montanha sai pela editora Dublinense. Você pode comprar o livro aqui.
Na coleção Fábula, da Editora 34, Edgar Allan Poe.
Embora Auguste Dupin não seja propriamente um detetive, e sim um jovem cavalheiro parisiense, as três histórias aqui reunidas — “Os assassinatos na rua Morgue” (1841), “O mistério de Marie Rogêt” (1842-43) e “A carta furtada” (1844) —, as únicas protagonizadas por ele, são os marcos inaugurais da chamada “literatura policial”. A influência do personagem de Edgar Allan Poe sobre este gênero literário é admitida por todos os mestres que o sucederam, entre eles Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes, e Maurice Leblanc, autor do “ladrão de casaca” Arsène Lupin. Unindo observação aguda e análise imaginativa, Auguste Dupin intriga e surpreende até hoje, fazendo da investigação criminal uma arte sutil e filosófica. Dupin! tem tradução de Alexandre Hubner, Bernardo Ajzenberg e Sergio Tellaroli e posfácio de Joachim Kalka. Você pode comprar o livro aqui.
Um segundo livro de Jesmyn Ward, a única autora até agora a conquistar duas vezes o National Book Award, principal distinção literária nos Estados Unidos.
O canto dos insepultos traça o retrato íntimo de uma família a partir de uma viagem pelo Mississippi, foi descrito pelos jurados como “uma narrativa primorosa, concisa e de uma eloquência dilacerante, de tirar o fôlego”. Situado entre um romance de formação e o típico road novel estadunidense, com toques de conto fantástico e uma contundente crítica social, as complexas dinâmicas das relações afetivas no universo de uma família inter-racial são o ponto de partida para a apresentação de um extraordinário panorama da vida da população negra no sul dos Estados Unidos. O romance conta a história de Jojo, um garoto de 13 anos, e sua irmã mais nova, Kayla. Eles vivem na casa de seus avós negros, Pop e Mam, enquanto, do lado paterno, os avós brancos não os reconhecem. Leonie, a mãe, nem sempre presente, é uma mulher atormentada pelo assassinato do irmão, Given — com quem conversa quando está drogada –, e pela ausência do pai das crianças, Michael, que está preso. Quando Michael está prestes a ser liberado, Leonie, uma amiga e as crianças embarcam numa longa viagem de carro, cruzando o estado para buscá-lo. Nessa jornada, a autora apresenta as complexas dinâmicas afetivas da família e, a partir dela, compõe um intenso retrato do racismo, da violência e da desigualdade a que está sujeita a população negra no sul dos Estados Unidos. O livro tem sua primeira edição no Brasil pela Carambaia, com tradução de Camila Von Holdefer e posfácio da escritora e ensaísta Juliana Borges. Você pode comprar o livro aqui.
As cartas entre Mário de Andrade e Wilson Castelo Branco.
Entre 1939 e 1944, duas figuras centrais da vida intelectual brasileira construíram, por meio de cartas, uma amizade marcada pela admiração, pelo aprendizado e pela confidência. Nesta correspondência inédita entre Mário de Andrade (1893-1945) e Wilson Castelo Branco (1918-1986), acompanhamos o encontro entre um Mário já maduro, consagrado, atravessado por dúvidas e cansaços e um jovem crítico mineiro em formação, ávido por orientação intelectual e literária. Ao longo das cartas, surgem discussões sobre literatura, crítica, modernismo e cultura brasileira, mas também desabafos íntimos, reflexões sobre solidão, guerra, criação artística e os desafios de uma geração que buscava compreender o seu tempo. Mais do que um registro histórico, o livro revela os bastidores humanos do modernismo brasileiro e ilumina a intensa circulação de ideias entre Minas Gerais e São Paulo em um dos períodos mais decisivos da nossa vida cultural. Com transcrição cuidadosa, notas explicativas e o aporte de fac-símiles de documentos preservados ao longo de décadas, esta edição oferece um retrato raro e sensível de dois intelectuais unidos pela palavra, pela escuta e pela crença na literatura como forma de transformação. O mestre e o moço: as cartas de Mário de Andrade & Wilson Castelo Branco sai pela Relicário Edições. Você pode comprar o livro aqui.
Panorama peculiar do romance em uma época de transições radicais e cisões existenciais.
A jornada pela qual Edwin Frank nos conduz em Mais estranho que a ficção mostra tanto o vigor da produção literária de nomes como Virginia Woolf e Chinua Achebe quanto rastreia a influência de Machado de Assis e Dostoiévski nas revoluções modernistas do século XX. Por décadas, Edwin Frank coordenou uma coleção de clássicos modernos, que lhe permitiu uma visão privilegiada da literatura no século XX, período que, ele argumenta, começou ainda no XIX, quando Dostoiévski promoveu um mergulho delirante na interioridade em Memórias do subsolo. O resultado dessa experiência, idiossincrático e pronto para despertar polêmicas, é a história de uma forma explosiva em um mundo explosivo, na qual Frank evita jargão acadêmico e desconfia de -ismos. Neste livro ele nos apresenta, com insights brilhantes, clássicos modernos como se fossem novos lançamentos. Publicação da Companhia das Letras; tradução de Pedro Maia Soares. Você pode comprar o livro aqui.
REEDIÇÕES
REEDIÇÕES
Nova edição de Fogo pálido, um dos mais importantes romances de Vladimir Nabokov.
Com este romance, o escritor desconstrói a forma narrativa tradicional, com inventividade e humor, em um texto sobre sonho, ambição e loucura. Após a morte do poeta John Francis Shade, o enigmático professor Charles Kinbote apodera-se de “Fogo pálido”, poema escrito nos últimos dias de vida do autor. Começa então o Fogo pálido de Nabokov: não satisfeito em inserir notas e comentários na obra do amigo, Kinbote quer ver em cada verso a cifra do próprio destino, desde sua fuga de Zembla, um vago reino báltico que pode ou não ter existido. Pois o que está em xeque, nesta comédia cruel sobre o exílio e a literatura, é a possibilidade de alguma vez tocar o solo da realidade. Publicado em 1962, o romance leva ao virtuosismo a arte narrativa que já consagrara o autor de Lolita (1955). Para a escritora americana Mary McCarthy, Fogo pálido é a prova cabal de que “o romance moderno, que todos julgavam perdido, só estava se fazendo de morto”. Reedição da Alfaguara Brasil; tradução de Jorio Dauster e S. Duarte. Você pode comprar o livro aqui.
RAPIDINHAS
Mais de Jesmyn Ward. Também a Carambaia publicará dois outros livros da escritora, Os homens que perdemos, de memórias, e Recuperar os ossos, sobre a passagem do furacão Katrina em New Orleans.
Graciliano Ramos para português. A recém-criada Manduri Livros, interessada em publicar literatura com atenção à comunidade brasileira na Europa, abre o seu catálogo com a publicação de Angústia.
Uma caixa para a saga Os brutos, de Ana Paula Maia. Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos, Carvão animal e Assim na terra como embaixo da terra são reunidos pela primeira vez numa caixa, destacando o relevo da obra da escritora. Edição especial pela Record.
DICAS DE LEITURA
1. A barca dos homens, de Autran Dourado (HarperCollins, 288p.) Na ilha da Boa Vista, um deficiente mental é tornado suspeito e acusado do roubo de uma arma de fogo arrastando todos os habitantes para uma busca pelo suspeito, vivo ou morto. Você pode comprar o livro aqui.
2. A cidade das colunas, de Alejo Carpentier (Trad. Samuel Titan Jr., Editora 34, 80p.) Um ensaio com andamento de um poema com uma leitura sui generis da arquitetura de Havana pelo ponto de vista de um dos seus mais importantes escritores. A edição é enriquecida por 42 fotografias de Paolo Gasparini. Você pode comprar o livro aqui.
3. A arte da alegria, de Goliarda Sapienza (Trads. Igor de Albuquerque e Valentina Cantori, Autêntica Contemporânea, 648p.) A vida de uma mulher por quase todo o século XX, do vilarejo da Sicília à vida de enfrentamento às determinações até alcançar o posto de princesa. Você pode comprar o livro aqui.
VÍDEOS, VERSOS E OUTRAS PROSAS
Até 2023, com o livro recomendado na seção anterior, acreditamos que a casa editorial que publicara outros dois romances de Autran Dourado, mesmo com erros e vexames, prometia reeditar a obra de um dos mestres da literatura brasileira. Mas, parece ter desistido do feito. Entramos no segundo semestre do ano do seu centenário e sequer um novo título. Para curar essa aridez, recomendamos esta entrevista gravada em 2001 para a TV Senado. São três blocos do programa Leituras: aqui, o primeiro; aqui, o segundo; e o terceiro.
BAÚ DE LETRAS
No próximo 3 de junho de 2026 passam-se 100 anos de Allen Ginsberg, nome essencial da chamada Geração Beat. Neste endereço, o leitor encontra as principais publicações no nosso arquivo. Aproveite.
O livro de José Luís Peixoto que agora chega aos leitores brasileiros foi resenhado por Pedro Fernandes em janeiro deste ano. Texto ainda na superfície do nosso baú — aqui.
DUAS PALAVRINHAS
Conviver com outra pessoa é conviver com uma multidão, porque cada um de nós é uma multidão em si mesmo.
— Leonardo Fróes
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* Todas as informações sobre lançamentos de livros aqui divulgadas são as oferecidas pelas editoras na abertura das pré-vendas e o conteúdo, portanto, de responsabilidade das referidas casas.

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