Postagens

Mostrando postagens com o rótulo R. Roldan-Roldan

Cartas a um filho em coma, de R. Roldan-Roldan

Imagem
Por Pedro Fernandes A internet é uma ferramenta profícua às publicações literárias. Disso todos sabemos.  Quase t odo escritor ou aspirante a tem alguma coisa presa nesse universo paralelo: espaços como blogs e já agora as redes sociais para divulgação sobre seu trabalho e contato com o público leitor são exemplos disso. Até Saramago, no auge dos seus 87 anos, deu-se à aventura na "infinita página da web". Não é que resida aqui a salvação para a literatura ou para o escritor. João Ubaldo Ribeiro já disse mesmo que a internet é a perdição do escritor contemporâneo. E em termos de salvação literária não é porque esta pereça à sorte das parafernálias digitais. A literatura é perene e sempre foi, como toda arte, restrita a universo pequenos.  Mas a escrita e os escritores em alguns casos (ainda muitos), sim; e é uma pena: não é a internet que irão salvá-los.  As livrarias estão aí para não me deixar mentir: estão abarrotadas de livros que, se juntadas as milhõe...

Os úberes do infinito, de R. Roldan-Roldan

Imagem
Por Pedro Fernandes Lembro que certa vez, nalguma post das que por aqui já fiz circular ter falado acerca de minha atração por fuçar curiosidades nas bibliotecas. Faz cerca de um ano, acho que isso, se não me engano, faz mesmo dois (a mim me parece que foi quando me encontrei com a obra de José Saramago pela primeira vez), que eu encontrei um sujeito chamado por R. Roldan-Roldan. O livro era Os úberes do infinito – uma obra que, nossa!, transpira poesia por todos os poros da palavra. Encantei-me. Pesquisei mais e descobri mais coisas do autor na pequena biblioteca da universidade.  Li Ao sul do desejo . Passei a vista por Carta a uma mulher separada e Azeviche ou Nossa Senhora do Sagrado Sexo . Bem, surpresa tive quando numa roda de sorteios feita num sarau com leitura de poemas na faculdade estava o livro primeiro que li de R. Roldan-Roldan, doado por outro poeta (em breve falarei dele) Leontino Filho (que me orgulho de tê-lo como mestre, orientador ...

Literatta ou doce sorriso do macho satisfeito, de R. Roldan-Roldan

Imagem
Por Pedro Fernandes Esse sentir, esse tocar, esse beijar, esse chupar, esse morder, esse penetrar, esse gozar... Esse quero mais. Insaciável. Esse quero mais infindável. Antes que tudo acabe. Pois tudo acaba. Essa é a única verdade. É o que rege o escritor e sua escrita, o leitor e sua leitura. Literatta ou doce sorriso do macho satisfeito * Recebi de Roldan-Roldan pelas mãos do poeta Leontino Filho seu trabalho Literatta ou doce sorriso do macho satisfeito . Já lera, como comentei em post neste blog, seu livro de poesia  Os úberes do infinito  e mais do gênero nas visitas à biblioteca na faculdade, além de  Ao sul do desejo ,  Carta a uma mulher separada e  Azeviche ou nossa senhora do sagrado sexo . Recebi Literatta numa das últimas viagens que fiz a Mossoró, no fim de 2008. Este fim de ano de tantas conturbações que só me permitiu ler as orelhas do livro e olhar rapidamente o prefácio da obra escritos por Leontino. Foi no recesso do carna...